• Apresentação

    Apresentação 

    Jerusalém, "Mãe de todas as Igrejas", e berço do Cristianismo: Antioquia. "Onde, pela primeira vez, os discípulos receberam o nome de Cristãos", onde o Apóstolo Pedro estabeleceu sua primeira Sé antes de se transferir para Roma e de onde o Apóstolo Paulo evangelizou a ilha de Chipre, Ásia Menor, Grécia, Alexandria, Edessa, Nísibe, com suas famosas escolas teológicas, e cujos missionários chegaram até a Etiópia, Mesopotâmia, Índia e China: Constantinopla, "segunda Roma", fundada pelo primeiro Imperador romano cristão, e capital do Império Cristão Bizantino mais prestigioso e de maior duração de toda a História, e que evangelizou a Bulgária, Ucrânia, Rússia e toda Europa do Leste: tantos nomes fascinantes  e que marcaram a história da Humanidade durante dois milênios. Apesar de todas as vicissitudes dos tempos, as Igrejas dessas regiões, a Albanesa, Armênia, Búlgaria, Caldeana, Copta, Maronita,Melquita, Romena, Siríaca, Russa, Ucraniana, com seus integrantes Católicos e Ortodoxos que contam com cerca de 450 milhões de fiéis, nunca deixaram de testemunhar ao Senhor Jesus Cristo, de ser realmente "mártires". Todas as glórias e todas as misérias da Igreja, ao mesmo tempo santa e pecadora, estão ali, n ao em um museu, mais sim vividas no dia-a-dia desde sua fundação até goje. Muito tempo esquecidas ou desconhecidas no Ocidente, essas Igrejas Orientais são agora o Centro de interesse maior  na Igreja Latina. O papel específico desempenhado no Concílio do Vaticano II, especialmente pela Igreja Greco Melquita Católica, chamou sobre elas a atenção de toda a cristandade. O progresso do diálogo ecumênico aumentou ainda mais esse interesse. Em várias Encíclicas ou Cartas Apostólicas, especialmente "Ut uunun sint", e "orientale  Lúmen", O Santo Padre João Paulo II chamou toda a Igreja para voltar-se às fontes, às raízes do cristinismo e às tradições apostólicas, tão bem conservadas nas Igrejas Orientais.

  • Introdução

    Introdução

    "JERUSALÉM", é a mãe e fonte de todas as Igrejas. Ela é o símbolo da Igreja Universal. A Nova Jerusalém em que faz renascer d'agua e do Espírito todos que vêm a ela". A Igreja, plenitude da vida espiritual, nasceu em Jerusalém - Oriente - berço do Cristianismo, capital espiritual dos Cristãos. Ela e a "Santa e Gloriosa Sião, Mãe de todas as Igrejas", onde se realizaram os grandes acontecimentos da História da Salvação e de onde partiram os Apóstolos  para anunciar o Evangelho. Jerusalém  como matriz da fé gerou outras Igrejas à guisa de filhas. A Igreja é uma, como é professada no Símbolo da Fé (Credo) - "Creio na Igreja, Una, Santa, Católica e Apostólica..." - entretanto o Apóstolo Paulo fala da "Igreja e das Igrejas": nós vos damos a conhecer a graça de Deus conceder às Igrejas da Macedônia..." (2Cor 8,1)"; ... A Igreja de Deus que está em Corinto "(2Cor 1,1)" as Igrejas da Galácia." (Gl 1,2)" etc. Sçao nomes diferentes por causa dos fatores geográficos, históricos, culturais, e também por causa das vicissitudes humanas. Entretanto, todas formam um único Corpo Místico de Cristo, forma a uma unidade na diversidade. A Igreja é uma e única comunhão de várias comunidades, mostrando assimuma dupla realidade: a primeira, a Igreja é orgânica, isto é, formada por vários membros com várias funções; a segunda, em cada Igreja está a Igreja Universal e na Igreja Universal estão as Igrejas Particulares ou Locais. Dessa forma o Concílio Vaticano II em suas reflexões chegaram à conclusão que as Igrejas Orientais são " Igrejas Particulares ", como também a Igreja de Roma (Latina - Ocidental), e esta última dentro da Igreja Universal, como qualquer Igreja Oriental, e "longe de obstar à unidade da Igreja... aumenta-lhe o decoro e contribui não pouco para cumprir sua missão", de unir o "Povo de Deus", que Dentro dos diferentes ambientes, crêem todos em Jesus Cristo, que age na história do homem. Todas as Igrejas têm certeza, de que foi dos Apóstolos de Jerusalém que elas obtiveram sua existência, sua fé, sua hierarquia, etc; e que no decorrer dos séculos passaram e passam por períodos de grandes declínios; contudo a Igreja possui a promessa de "perenidade" (Mt 16,18), e se a Igreja universal recebeu essa promessa, juntamente com ela as Igrejas Particulares, por menores que sejam, também usufruem o mesmo dom; visto que a Igreja não é somente um Templo do Espírito Santo e de sua nação. A Igreja é Santa, mas porque é composta de homens a Igreja é Imperfeita, pecadora..." A Igreja é Santa e sempre a purificar".; e sua história nos faz descobrir e aprofundar nossas raízes espirituais, e à medida que procuramos conhecê-las e nos abrirmos aos nossos irmãos na fé, que vivem dentro de horizontes culturais e sociais diferentes dos  nossos, poderemos compreendê-las melhor. Principalmente se nos deixarmos ser animados pelo Espírito Santo, descobriremos que todas têm a mesma missão: "anunciar por todo o mundo, e proclamar o Evangelho a todas as criaturas" (Mc 16,15), a todos homens de boa vontade.

     

     

 

 

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Não pretendo com esse site destrinchar ou elaborar uma monografia sobre a Igreja Universal, mas uma pequena amostra do que é a Igreja Católica nos seus mais variados ritos, liturgia, cânticos sagrados e seu extremo valor de patrimônio religioso, cultural e social de toda a humanidade. No primeiro século de nossa era, uma comunidade cristã teve início em Jerusalém e Jesus Cristo disse: "Sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e Samaria, e até os confins da terra" (At 1,8). E nós conhecemos através do Novo Testamento as comunidades cristãs de Antioquia (onde pela primeira vez os discípulos do Senhor foram chamados de Cristãos), de Éfeso, de Corinto, de Roma. Etc. Com o tempo a Igreja se dividiu em cinco pólos: Roma, (Ocidente), Constantinopla, Alexandria, Antioquia e Jerusalém (Oriente). Em seguida o  Imperador criou uma nova capital, Constantinopla, que se tornou sede dos Patriarcados Cristãos do primeiro milênio. Desses pólos nasceu uma diversificação de Igrejas, de formulação teológicas e liturgica, nascendo assim os Ritos-Igrejas nascionais e culturais que sobrevivem até nossos dias: Oriente (Rito Bizantino, Antioquino, Armênio, Caldeu, Alexandrino ) no Ocidente (Romano ou Latino). Portanto as Igrejas Orientais formam um grande mosaico, no entanto refletem a variedade de cores de Igrejas vivas que estão engajadas dentro do turbilhão dos acontecimentos mundiais e regionais, e dão testemunho de fidelidade ao Deus Todo Poderoso e ao homem dentro de uma história divino-humana. É também com grande alegria que o nosso povo brasileiro, possa também conhecer mais a Igreja fundada por Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo e, que ela não se limita apenas ao Rito Latino (Romano) e, que muitos fiéis católicos infelizmente não conhecem, pois estas Igrejas que são uma diversidade também o são Unidade, nos Sacramentos, na Veneração da Santíssima Mãe de Deus (Theotókos), na Sucessão Apostólica, no seu Fundador Invisível Jesus Cristo e no seu Sumo Pontífice Universal, Sua Santidade Papa Francisco, Sinal de Unidade da Igreja Universal no mundo inteiro.

 

 

 

 




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